Vender pela Internet está deixando de ser um diferencial para os grandes varejistas para se tornar ferramenta básica na estratégia de conquistar novos clientes e não perder os antigos. Com projeção de crescimento do faturamento do comércio eletrônico entre 40% e 50% ao ano, pelos próximos três anos, ninguém quer ficar de fora da rede.
As Casas Bahia e as redes de supermercados Carrefour e Wal-Mart já anunciaram que devem começar as vendas pela Internet no próximo ano. Em 2007, a e-bit, que faz o acompanhamento do comércio eletrônico nacional, prevê um aumento de 45% no faturamento, saltando para R$ 6,4 bilhões. Read the rest of this entry »
As empresas devem cuidar dos bens materiais, mas também dos ativos intangíveis, da marca e dos bancos de dados
As compras através do comércio eletrônico, on-line, no Brasil cresceram em 2007, 40% em relação ao ano anterior , somando 20,4 milhões de pedidos e R$ 6,2 bilhões em faturamento. No ano passado, 9,5 milhões de brasileiros compraram pela Internet e, desses, cerca de 60 % consideram segura essa forma de compra. Os dados do Relatório Webshoppers, realizado pela e-bit e pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, revelam o crescimento geométrico do setor, ao mesmo tempo em que abre uma porta para crimes de pirataria de direitos autorais, de furtos de dados, de fraudes e de golpes contra as contas bancárias dos internautas e das empresas. Read the rest of this entry »
Um estudo apresentado pela e-bit, empresa referência no fornecimento de informações sobre comércio eletrônico, aponta que em 2007 o Brasil chegou à marca de 9,5 milhões de brasileiros que já compraram, pelo menos uma vez, pela internet, resultando no volume de R$ 6,3 bilhões em faturamento. Em 2008, o número de compradores pode subir para R$ 10,5 milhões até o fim do primeiro semestre.
Estima-se que o e-commerce movimente no primeiro semestre de 2008 algo em torno de R$ 3,8 bilhões, um crescimento de 45% em relação aos seis primeiros meses do ano passado, quando o setor atingiu R$ 2,6 bilhões. A e-bit registra que uma série de fatores pode estar contribuindo para este avanço.
O acesso a uma variedade de produtos, a comodidade e a facilidade na comparação de preços em diversas lojas em um curto período de tempo, além de a possibilidade do parcelamento sem juros e condições de pagamento facilitadas, segundo a empresa, contribuíram para que a rede contabilizasse no ano passado, um volume de pedidos em torno de 20,4 milhões, quando em 2006 o setor atingiu pouco mais de 14 milhões de pedidos.
Fonte: Jornal da Mídia - Bahia
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